A capital paranaense recebe na próxima quinta-feira, 13 de setembro de 2007, o livro Alice no poder de Asclépio, entre óvulos embriões e fetos.
Médicos, advogados, clínicos, universitários. Todos foram convidados para participar da Sessão de Autógrafos nas Livrarias Curitiba do Shopping Estação a partir das 19 horas.
Não perca a oportunidade de aprender, discutir, debater e porque não ensinar sobre esta polêmica.

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Para os que trabalham e estudam na área de saúde e biociência, entre os dias 21 a 23 de setembro de 2007, haverá o II Simpósio Internacional de Terapias Avançadas e Células-Tronco que se realizará no Rio de Janeiro. Este ano o Simpósio contará com a participação de 10 convidados estrangeiros já confirmados e com um grande número de pesquisadores brasileiros, confirmando a posição de destaque que o Brasil vem alcançando no campo das terapias celulares, terapia gênica e nanotecnologia aplicada a saúde.
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O Programa Preliminar do Simpósio pode ser consultado na página do evento na internet www.interevent.com.br/sistema/default.asp?evento=35 onde você poderá também realizar sua inscrição. Você verá, consultando o Programa, que abordaremos várias áreas de aplicação das terapias celulares incluindo desde o sistema nervoso central até o sistema locomotor. O Programa dá ênfase tanto aos modelos experimentais pré-clínicos, como aos ensaios clínicos, buscando um processo de intercâmbio de informações entre as duas áreas que julgamos fundamental para o avanço do conhecimento no campo das terapias celulares, gênicas e nanotecnologia. Teremos espaço para conferências, mesas redondas e apresentação de painéis, concentrados em 3 dias de intensa e profícua troca de informações e idéias. Esperamos contar com a participação do colega, e como no ano passado, sua inscrição no Simpósio será válida como anuidade para ABTC. |
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Debater é discutir, contestar, questionar, argumentar. O livro Alice tem a intenção de que a sociedade conjugue estes verbos em relação à Biotecnologia e Bioética. Mas para esta discussão, o conhecimento do assunto é importantíssimo. Em todos os aspectos. Por isso nada melhor que informar-se acessando o sitio do Instituto de Pesquisa de Célula Tronco IPCTRON.
O IPCTRON tem por finalidade o desenvolvimento de novas tecnologias, estudos, pesquisas, produção e desenvolvimento de informações e conhecimentos técnicos e científicos na área de saúde e correlatas, especialmente na área de pesquisas relacionadas à engenharia de tecidos, dos biomateriais, dos órgãos artificiais e dos estudos de terapias celulares, principalmente aquelas que utilizam células-tronco adultas. |
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Confira como foi a discussão sobre células-tronco embrionárias na audiência realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF)
Da Redação
Pela primeira vez em sua história, o Supremo Tribunal Federal (STF) realizou uma audiência pública, e o assunto foi a utilização de células-tronco embrionárias em pesquisas.
A audiência foi convocada pelo ministro Carlos Ayres Britto, relator da ação direta de inconstitucionalidade (Adin) movida pelo ex-procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, contra dispositivos da Lei de Biossegurança aprovada no Congresso em 2005, que permite a utilização de células-tronco de embriões humanos congelados, resultado da fertilização in vitro.
Segundo Cláudio Fonteles, não se pode permitir que embriões sejam usados em pesquisas. Destacando o artigo 5º da Constituição Federal, que assegura o direito à vida, Fonteles afirma que a pesquisa com embriões é inconstitucional, porque os destrói.
Foram ouvidos trinta e quatro cientistas pró e contra a pesquisa, no objetivo de responder aos magistrados a pergunta: “Quando começa a vida?” e ajudar os ministros do STF a decidir sobre a constitucionalidade da Lei de Biossegurança.
Entre os palestrantes, esbanjavam-se argumentos contra e a favor às pesquisas.
Elizabeth Kipman Cerqueira, Coordenadora do Centro de Bioética do Hospital São Francisco, de Jacareí (SP), explica que não importa o tamanho quase diminuto do embrião, isto não é argumento: “o ser humano não se define pelo tamanho nem pela aparência, mas pelas potencialidades. No instante em que o espermatozóide encontra o óvulo, ele tem potencial para desenvolver um indivíduo completo. É esse desenvolvimento que os feticidas pretendem interromper”.
Já Mayana Zatz, Pró-reitora da USP, questionou o por quê de não utilizar os embriões congelados e sem viabilidade, dizendo que estes têm probabilidade quase zero de gerar um ser humano.
Em defesa da vida, a professora da Universidade de Brasília, afirmou que a vida começa na fecundação. Segundo ela, todo ser vivo tem fases diferentes durante o seu ciclo de vida. Como exemplo, ela utilizou o desenvolvimento da lagarta e da borboleta, que são um mesmo animal em fases diferentes de um mesmo ciclo de vida. “O Ibama protege o ovo da tartaruga porque sabe que ali está uma tartaruguinha. O embrião é um ser humano em potencial, mas um ser humano em uma fase específica da vida”, disse.
Para Lenise, “o indivíduo não precisa começar a manifestar sua sabedoria para ser considerado humano. O embrião humano já é da espécie homo sapiens mesmo que não possa ainda aprender”, afirmou.
Defendendo a utilização de células-tronco adultas, Marcelo Paulo Vaccari Mazzetti, da USP, falou do êxito da aplicabilidade destas células nas várias especialidades médicas, tendo comprovado 72 terapias eficientes com elas.
“O placar está 72 a zero para as células adultas. Por que insistir em um procedimento que mata embriões?”, questionou.
Após as exposições e espaço para respostas a perguntas elaboradas por ministros, foi encerrada, audiência pública com a palavra do ministro Carlos Ayres Britto, que conduziu os trabalhos.
O ministro disse estar satisfeito com as informações reunidas a partir da contribuição dos especialistas. "Da discussão nasce a luz", afirmou. O ministro ressaltou ainda que a audiência foi um exercício da democracia direta, com a possibilidade do segmento organizado contribuir para a formatação do julgamento que repercutirá na vida da população.
Em junho, o ministro Ayres Britto, vai apresentar um relatório sobre a aduência para outros ministros do STF. Porém, o julgamento ainda não tem data marcada.
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Marcon - A intensidade da presença é céu, ou inferno! Prates - Ala puxa...mas ala puxa! Professor Cornélio Angelo Marcon, Prof. Mestre em Lingüística..." (entrevista com Luis Carlos Prates - CBN)
O final da entrevista do Professor Marcon ao Jornalista Luis Carlos Prates expressa da melhor forma o dia 26 de julho de 2007, dia do lançamento do livro "Alice, no poder de Asclépio, entre óvulos, embriões e fetos."
Entrevista com a rádio Capinzal, entrevista com Luis Carlos Prates, pela CBN e transmissão pela "TV com" lançamento nas Livrarias Catarinense no Shopping Beiramar, autógrafos e telefonemas foram responsáveis pela agenda e alegria do autor no final do dia.
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A promessa de "Alice no poder de Asclépio", como falou Prates, ser um livro para provocar a sociedade à reflexão de temas como Biotecnologia e Bioética começou com o lançamento em Florianópolis e não possui prazo para terminar.
Como comentado no Beiramar Shopping, Alice não chegou para atingir metas de vendas, muito menos para enaltecer o autor, mas Alice chegou sim para lançar questionamentos à sociedade, para provocar críticos literários e profissionais de todas as áreas que possuem na vida somente a finalidade econômica.
A próxima capital a receber "Alice" e o escritor catarinense será Curitiba. O Lançamento será nas Livrarias Curitiba no Shopping Estação no dia 13 de setembro/07. |
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“O negrume da noite, por fora, nada é se posto ao lado da escuridão do espírito, como o exterior asco da cobra muito pouco representa se comparado ao poder de destruição que tem por dentro, na ruína da composição e estrutura do sangue. O instinto sabe” p. 204 de Sonho da Terra). Escrever não é mais arte inatingível e torna-se escritor quem assume o desafio de dedicar-se ao cultivo da escrita. Hoje que as fronteiras entre ficção e realidade se tornaram tão tênues que se torna complexo definir qual das duas facções é mais arrojada, o convite para escrever se infiltra em toda parte. Por isso, projetam-se com freqüência nomes novos no campo das letras. É o caso de Cornélio Angelo Marcon, que não permitiu se esfumassem no vazio de tradições e vivências familiares, perenizando-as na narrativa Sonho da Terra (Fpolis: Ed. Autor, 2005), cuja classificação se torna difícil, porque pode ser lida como um romance ao mesmo tempo que constitui toda uma crônica familiar e se apresenta praticamente como um documento histórico.
Lauro Junkes Presidente da Academia Catarinense de Letras -------------------------------------------------------------------------------------- |
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